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Sobre

A trajetória da Lança é formada pelas pessoas que dirigem o coletivo e suas histórias: pautados por nosso manifesto.

Letícia Lopes (RJ) é materna, musicista, produtora cultural e editora de conteúdo. É pedagoga em formação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, além de militante pela visibilidade da produção artística e cultural das mulheres. Guitarrista e vocalista na Trash no Star, banda fluminense de rock. Na Errática, também no Rio de Janeiro, atua como baterista e guitarrista. Em 2015, fundou o selo Efusiva Records ao lado de três sócias. O trabalho da Efusiva, reconhecido nacionalmente, nasceu com o propósito de desenvolver e promover o trabalho artístico e musical feito por mulheres. Já em 2016, se tornou uma das fundadoras da Motim, uma casa de cultura localizada no bairro de Visa Isabel, no Rio de Janeiro. Atua na gestão administrativa do espaço, curadoria e produção de eventos. Desde 2019, é editora-chefe do Nada Pop. Além da curadoria, atua na redação e nas redes sociais do portal.

Rita Aprile (SP) possui mais de 17 anos de experiência em publicidade e design editorial. É publicitária pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e fotógrafa pela Escola Panamericana de Arte. Em 2008 fundou a Escola SAIBADESIGN em São Paulo, onde atuou como professora e coordenadora e também como palestrante e curadora do palco de Design da Campus Party nas edições CPBR7 e CPBR8. Em 2013, fundou a Howlin Records com mais dois sócios, com o intuito de fomentar a cena musical alternativa paulista. Ao longo dos seus sete anos de existência, a Howlin gerenciou mais de 30 artistas, teve mais de 50 lançamentos (entre álbuns full, EPs e coletâneas) e acabou se expandindo, com bandas em Goiânia, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e interior de SP. Hoje é diretora de criação na Seiva Digital, e atua no Coletivo Lança na administração e comunicação.

Raquel Batista (MG) é publicitária de formação, produtora cultural, escritora e podcaster. Atualmente está à frente da produção artística da banda Drowned Men e colabora com diversos artistas na distribuição fonográfica e elaboração de projetos para editais públicos e privados. Em 2019, lançou sua publicação de poemas “Sismógrafo”, que teve sua primeira tiragem esgotada já no lançamento. Hoje, sua atuação é focada principalmente na promoção de ações formativas para artistas e na gestão cultural. Na Lança, Raquel é editora-chefe do braço editorial do coletivo, sendo responsável também pelos lançamentos literários, além de atuar na produção, gestão de projetos e curadoria de outros setores do coletivo.

Dija Dijones (SP) é músico com formação em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Entre 2010 e 2014, atuou como analista jurídico especializado em Direito Autoral na Associação Antipirataria Cinema e Música. Como músico tem atuado no cenário independente paulistano tocando em diversas bandas desde 2003. Em 2017, tornou-se membro da banda de apoio do cantor Odair José. Passou a atuar ativamente na Howlin’ Records a partir do ano de 2015. Neste período, auxiliou na produção de alguns eventos de pequeno e médio porte, como o palco Howlin’ x Sinewave, um dos destaques do Dia da Música de 2017 em São Paulo. Na Lança, foca suas atividades na produção da primeira coletânea musical do coletivo, a Lança Chamas, além de participar do setor de criação de conteúdo audiovisual.

Letty (SP) é cantora, compositora, guitarrista e inquieta. Graduanda em Estudos Literários pela UNICAMP, também traduz artigos para a edição brasileira da Revista Jacobin e tem uma coluna no blog Music Non Stop, onde escreve sobre música independente. Como musicista, está imersa no universo autoral desde 2015, contando com 3 EPs e 2 singles lançados. Na Lança, atua principalmente na parte de comunicação e conteúdo para as redes sociais.

Bruno Pinho (SP) Especialista em áudio para Broadcast, shows, designer de som para teatro musical, técnico de gravação, mix e master, produtor fonográfico, foi um dos fundadores da Howlin’ Records e é sócio da empresa Audio S.A, que atua na área audiovisual com projetos, consultoria, cursos, produção de conteúdo e marketing digital.

Bruna Regina (SP) é uma jovem mulher periférica e destemida. Natural de Goiânia, atuou em diversos movimentos e eventos políticos e culturais da cidade. Mudou-se para São Paulo em 2016 aos 21 anos, trazendo consigo uma mala, quatro caixas e sua feroz paixão por poesia, música, arte e revolução. Em Sp de maneira despretensiosa a música e, principalmente, os discos faziam parte de seu dia-a-dia. Desse contato diário surgiu a oportunidade de se aventurar na arte da discotecagem em vinil e desde então corre atrás desse sonho. Já discotecou no centro da capital paulista e em Osasco. Em 2018 produziu um evento beneficente com DJs e bandas no Baderna, bar de artistas autorais e independentes.

 

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